Poder negro, pelos direitos civis e pela igualdade racial

Cinquenta anos dessa foto, tirada por John Dominis para a Time&Life.

Os atletas americanos Tommie Smith (medalha de ouro) e John Carlos (medalha de bronze), no pódio dos Jogos Olímpicos do México, no dia 16 de outubro de 1968, seis meses após o assassinato de Martin Luther King, Jr.

O gesto consagrado pelo movimento dos Panteras Negras, a cabeça baixa, o braço erguido, o punho cerrado, coberto por uma luva, durante a execução do hino nacional americano, um protesto silencioso contra a opressão, o preconceito e a discriminação racial.

Uma demonstração de contestação, resistência e orgulho racial que já havia sido usada por MLK e Nelson Mandela.

Os pés descalços, as insígnias do The Olympic Project for Human Rights (OPHR) – a gênese do envolvimento dos atletas negros norte-americanos, na luta pelos direitos civis no país – nas jaquetas.

Em uma entrevista, Tommie Smith disse que nunca viu aquele gesto como uma saudação Black Power e sim como uma manifestação pelos direitos civis e igualdade racial.

Uma das mais belas e fortes manifestações da história.

Tommie Smith, John Carlos, Peter Norman

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