Gustavo Marcasse: “Eu quero ser um pornografista”

Indissociável da vivência e da cultura gay, a pornografia “existe” como MODO dentro dos 11 fazeres artísticos convencionais, mesmo aparecendo sob a feição de seu primo respeitável, o erotismo (sexo simulado), que seria – segundo o convencionalismo social –  uma vertente menos suja e extremista.

Minha pesquisa é uma tentativa de entender por que a pornografia não é tida como a 12 ª forma de arte se provoca sentimentos, necessita de prática e tem um fazer específico (sexo real). Usando material pornográfico gay genérico, conseguido nos milhares de sites voltados ao tema, busco uma criação colagística que brinca com a demonização dos homossexuais e tenta uma desumanização como forma de protesto ao que se entende como o conceito raça humana.

Segundo o dicionário, um pornógrafo é: alguém que se ocupa da pornografia, que escreve sobre prostituição ou que produz obras pornográficas. Um pornógrafo não é, por definição, um artista. Eu quero ser um pornografista.

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Gustavo Marcasse (@marcassera) quer ser um pornografista

Veja galeria com o trabalho de Gustavo Marcasse aqui

 

 

 

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